God of War: Ghost of Sparta
Kratos se prepara para voltar com mais do mesmo para saciar o gostinho de quero mais no PSP
Com acontecimentos citados entre o primeiro e o segundo jogos da série, “Ghost of Sparta” conta a história da ida de Kratos até Atlântida, a cidade perdida. Ainda com o trono de Deus da Guerra – que só seria perdido no começo dos acontecimentos de “God of War II” – o guerreiro espartano vai até o fundo do oceano para acertar algumas diferenças. E coitados daqueles que se colocarem em seu caminho.
Rei Midas e Atlântida
O “Olho de Atlântida” faz as vezes dos itens mágicos com poderes elétricos – só que dessa vez mais versátil, podendo ser usado durante pulos e esquivas. A habilidade de correr segurando um inimigo como escudo humano, vista em “God of War III”, vai marcar presença pela primeira vez no PSP.A progressão será exatamente da forma como você conhece: quanto mais inimigos destrói, mais pontos ganha para habilitar combos e melhorar as magias. E a produtora Ready at Dawn prometeu que “Ghost of Sparta” vai ser 25% maior que “Chains of Olympus”, o primeiro jogo da série para o PSP, lançado em 2007.
Uma das “participações especiais” é do Rei Midas, aquele que transforma em ouro tudo que toca. Por alguma razão que só ficará clara quando tivermos o jogo finalizado em mãos, Kratos não está muito contente com o rei e o atira em uma cachoeira de lava após resistir às tentativas de Midas de transformá-lo em uma estátua de ouro. Para escapar, você poderá contar com os tradicionais quick time events.A primeira impressão que “Ghost of Sparta” passa é de que é mais do mesmo. Mas quando se trata de uma série que mantém exatamente a mesma fórmula – e o sucesso - há cinco anos, isso não chega a ser uma má notícia. E controlar Kratos nunca cansa.
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